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Objetivo

Defender os interesses do povo brasileiro, por meio da consolidação do acesso aos direitos preconizados pela Constituição – sociais, individuais, a liberdade, a segurança, o bem estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça - como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos.

Ou ficar a Pátria livre;Ou morrer pelo Brasil





segunda-feira, 26 de outubro de 2009

QUEM SÃO ELES? QUEM SOMOS NÓS?

O político mais poderoso do mundo


Líder da oposição (Partido Republicano)


O melhor jogador de golfe de todos os tempos


A mulher mais rica e influente na mídia americana


As melhores jogadoras de tênis do mundo


O ator mais popular do mundo


O piloto de corrida mais veloz do mundo


O mais inteligente astrofísico na face da terra


O mais próspero cirurgião cerebral do mundo


O homem mais rápido do mundo

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sábado, 22 de agosto de 2009

PELO AMOR DE DEUS, O CARRO É MEU NÃO SOU LADRÃO....NÃO ADIANTOU VOU LEVADO PARA UMA SALA E ESPANCADO.

“Você tem cara de quem tem passagem (pela polícia). No mínimo, umas 3 passagens. Tua cara não nega , negão”,diz o espancador à vítima.

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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

BRASÍLIA VIVE UMA ROTINA DE INSEGURANÇA NAS RUAS, ESCOLAS, TRANSPORTE PÚBLICO E AGENTE AINDA PAGA POR ISSO!

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quarta-feira, 22 de julho de 2009

DEMOCRATAS ENTRAM COM LIMINAR NO STF CONTRA O SISTEMA DE COTAS, GOVERNADOR ARRUDA APROVA MEDIDA.



O sistema de cotas para negros nas universidades públicas está ameaçado por uma ação judicial que será julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). E, se for acatado o pedido de liminar, a matrícula de 652 candidatos cotistas aprovados no último vestibular da Universidade de Brasília (UnB) será suspensa. O autor do processo é um partido político, o Democratas (DEM). Mas a iniciativa coube à advogada Roberta Fragoso Menezes Kaufmann, que também é procuradora do Distrito Federal e assina a ação. Ela sustenta que o sistema de reserva de vagas fere o princípio da igualdade, e que o obstáculo para o negro chegar ao ensino superior no Brasil não é racial. Mas, sim, o econômico.

O registro das matrículas para o segundo semestre letivo da UnB está marcado para amanhã e sexta-feira e será realizado. Quem vai apreciar o pedido de liminar é o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes. Na noite de ontem, ele assinou despacho dando prazo de cinco dias para que a Advocacia Geral de União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República se manifestarem. Se a liminar for acatada depois disso, o registro das matrículas dos cotistas será anulado.

Cerca de 3,2 mil alunos ingressaram na UnB pelo sistema de cotas. Ao todo, 80 universidades no país adotam o modelo, em que a Universidade de Brasília foi pioneira (leia memória). Por isso, a decisão sobre o caso pode afetar toda a política nacional de cotas. A ação do DEM se baseia na dissertação de mestrado de Roberta Kaufmann, aprovada em 2003, na própria Faculdade de Direito da UnB. O orientador foi o atual presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, também professor da universidade. Roberta aponta que o sistema adotado no Brasil é um modelo “importado” dos Estados Unidos. “Nossa realidade é bem diferente. Lá, o negro, mesmo tendo dinheiro, era alvo do racismo. Tinha direitos subtraídos. Aqui, a situação é outra”, argumenta. Segundo ela, o debate no Brasil foi precipitado. “A questão não é a cor da pele, é precariedade econômica. Deveria haver uma política de Estado para dar assistência aos pobres, não às raças”, disse ela ao Correio.


Instabilidade

O sistema de cotas passou a valer na UnB em 2004. Antes, apenas 12% dos alunos eram negros. Em cursos de alto prestígio, como odontologia, medicina e direito, não chegavam a 2%. O índice-geral agora aumentou para cerca de 20%. O reitor da UnB, José Geraldo de Sousa, faz a defesa contundente do atual sistema de cotas. Ele alerta para o clima de “instabilidade pública” que pode ser provocado, caso a liminar seja concedida. “Já adotamos o sistema há cinco anos. Ele é uma reafirmação do que já está na Constituição brasileira. É preciso superar os obstáculos ao desenvolvimento humano calcados no racismo e na xenofobia. O argumento da ação tem um ângulo redutor”, comentou.

Segundo José Geraldo, o fator que dificulta a melhoria de condição econômica dos negros se explica pela questão racial, ao voltarmos ao nosso passado histórico. Alunos recém-aprovados no sistema de cotas foram surpreendidos com ação. “Passamos por todo o processo seletivo, pela parte mais difícil. Faltam dois só dias para a matrícula e eles entram com esse processo”, reclamou Stanlei Luiz Mendes de Almeida, 17, que passou para enfermagem.

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segunda-feira, 15 de junho de 2009

SUBPROCURADOR GERAL DO DISTRITO FEDERAL , JOSÉ LUCIANO ARANTES, SERÁ ACIONADO POR RACISMO

FOTO Daniel Ferreira/CB/D.A Press
MATÉRIA CORREIO BRAZILIENSE


Detido na noite da última sexta-feira após uma briga de trânsito, o subprocurador-geral do Distrito Federal José Luciano Arantes foi autuado pelos agentes da 11ª DP (Núcleo Bandeirante) em seis crimes: ameaça, desacato, desobediência, injúria, lesão corporal e resistência à prisão. Somadas, as penas chegam a seis anos e meio. Além disso, os policiais militares que participaram da ação estudam acioná-lo judicialmente por racismo — vão consultar na segunda-feira o comando da corporação. Um vídeo amador feito por um dos PMs mostra o homem, que atua como advogado do GDF, chamando um soldado de “preto sujo”.
A confusão com o procurador ocorreu por volta das 20h de sexta-feira. Investigações preliminares da 11ª DP apontam que Luciano Arantes teria batido de raspão no carro da técnica em enfermagem Silvana Negrão na via Epia. Ele não parou e seguiu para casa, no Park Way. A partir daí, começou a confusão. Silvana foi atrás e, na entrada do condomínio onde o procurador mora, Luciano Arantes desceu do carro já demonstrando que não estava disposto a conversar. “Ele me xingou muito e me agrediu”, disse Silvana, na delegacia. Foi então que uma vizinha chamou a PM, que prendeu o procurador.
Na Procuradoria do DF, Arantes não deve enfrentar problemas relacionados ao incidente. O corregedor-geral do órgão, procurador Eth Cordeiro de Aguiar, afirma que não há ferramentas para puni-lo. “Não temos um Código de Ética. Mas coincidentemente estamos desenvolvendo um. Esse fato pode acelerar esse processo, mas, de qualquer maneira, não poderá puni-lo retroativamente”, afirma Aguiar. “O fato é que a Procuradoria se sente muito constrangida com o que aconteceu, mas com total consciência de que se trata de uma questão particular dele”, conclui o corregedor, que aponta apenas uma possibilidade, ainda que remota, de punição: “caso ele seja condenado a mais de quatro anos de prisão, será aberto um processo que pode culminar com a demissão”.

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quinta-feira, 14 de maio de 2009

JUVENTUDE BRASILEIRA MAIS CONSCIENTE POR MUDANÇAS



O simbolismo deste trabalho nos aglutinou em torno dele, pois, buscamos os caminhos da revolução brasileira.
Os ideais não sectaristas defendidos representam um atrativo especial para as massas juvenis como nós; afinal, já foi dito que a juventude não se mobiliza apenas por coisas, mais também, e fundamentalmente, por causas.
Só com muita pressão popular será possível viabilizar mudanças profundas, na sociedade brasileira.
E, Ivan Rodrigues tem dado os passos em favor dessas mudanças, é de se observar seu destaque reconhecido pela imprensa – atitudes político democráticas por mudanças.
Por tudo isso, eu Thiago Sanches, universitário, graduando em direito e minha futura esposa Gabrielle, apoiamos está iniciativa. Parabéns!

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terça-feira, 28 de abril de 2009

PGR, MPF E TCU RECEBEM REPRESENTAÇÃO PROTOCOLADA POR IVAN RODRIGUES - DESTAQUE DO JORNAL O GLOBO.

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terça-feira, 24 de março de 2009

RÁDIO CULTURA FM 100,9 PROGRAMA PAPO FIRME RECEBE O GRUPO PARA DEBATER SEU PROJETO POLÍTICO SOCIAL PARA BRASÍLIA E ENTORNO

CLICK EM CONTINUE LENDO PARA ACESSAR GALERIA DE FOTOS








Fotos - gago@gago.com.br

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domingo, 8 de fevereiro de 2009

GRUPO PARTICIPA DO ENCONTRO DE B- BOYS.



















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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

RELATÓRIO DE MULHER - SOBRADINHO,CANDANGOLÂNDIA & GUARÁ.

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Grupo Aquilombando relembra UNB dia 28 de março 2007. "Incêndio criminoso contra irmãos negros" Clipe Haiti"


video

Clip Haiti

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ADESÃO CRESCENTE - GAMA, SANTA MARIA & PARANOÁ

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sábado, 31 de janeiro de 2009

RECANTO DAS EMAS - OBRIGADO!

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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

ENTREVISTA PARA TV-TELESUR NET EM 20 DE JANEIRO DE 2009.



video

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

O MUNDO NÃO ESQUECERÁ ESTE DIA - 20 DE JANEIRO DE 2009.

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domingo, 4 de janeiro de 2009

ENTREVISTA AO JORNAL NBR NOTÍCIA

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domingo, 14 de dezembro de 2008

Correio Braziliense - 04 de novembro de 2008


Candangos na rua por Obama

BRASILIENSES FAZEM CAMPANHA E ARRECADAM
DINHEIRO PARA O DEMOCRATA, ENQUANTO SOBRINHO DA
VICE REPUBLICANA TORCE POR UMA VIRADA NAS URNAS

DA REDAÇÃO
Enquanto a eleição acontece
nos Estados Unidos, em
Brasília duas torcidas esperam
ansiosas pelo resultado.
Uma acredita que o próximo
presidente americano será Barack
Obama, a outra tem esperança
que John McCain chegue à Casa
Branca. O grupo brasiliense “Obama
Brasileiro” vai acompanhar a
eleição pela internet e se reunir na
noite de hoje para tentar saber se
os R$ 2,5 mil enviados para a campanha
democrata valeram a pena.
E na casa de uma família brasileira,
Payton McCann, sobrinho de
Sarah Palin, vai torcer de longe pelo
Partido Republicano.
“Estou esperando pelo melhor.
Estou rezando pela Sarah e espero
que tudo ocorra bem”, disse Payton
ontem ao Correio. Aos 16 anos,
ele ainda não conseguiu participar
das eleições e confessou que não
tem acompanhado a corrida à Casa
Branca. Mas afirmou que hoje
vai ficar ligado nas notícias pela internet.
Payton é filho da irmã caçula
de Sarah, Molly McCann, e está
em Brasília para um intercâmbio
de 10 meses pelo Rotary Club. A família
continua na pequena cidade
de Wasilla, no sul do Alasca, e faz
campanha para a governadora do
estado. “Hoje, todos vão votar no
McCain, é claro”, disse o estudante.
Ivan Rodrigues acredita na vitória
de Obama. Ele é coordenador
do grupo “Obama Brasileiro” e já
programou um churrasco no domingo
para comemorar. Mas o
medo de que alguma coisa dê errado
no sistema de votação ainda
existe. Apesar da confiança, o
enfermeiro só vai ter certeza
mesmo depois que o resultado
for anunciado. “As eleições americanas
são uma caixinha de surpresas,
porque lá são os delegados
que decidem. Pode ser que
dê uma zebra, mas acho que os
Estados Unidos não vão errar
desta vez”, afirmou Ivan.
O grupo “Obama Brasileiro”
começou com poucos integrantes.
Agora, tem quase 500 membros
espalhados pelo Brasil. A
idéia era discutir a liderança de
Obama e a presença de um negro
no comando de uma potência
mundial. “Discutimos sobre o
mecanismo que conseguiu alavancar
Obama como presidente
e como esse mecanismo poderia
funcionar aqui no Brasil”, explicou
Ivan. Para espalhar a mensagem,
eles fizeram camisetas e distribuíram
adesivos por Brasília.
Durante as primárias, o grupo
se mobilizou para arrecadar dinheiro
para a campanha de Obama.
Eles fizeram um churrasco e
conseguiram R$ 2,5 mil. “Na época,
a gente achava que a Hillary
Clinton iria ganhar porque tinha
mais dinheiro e queríamos que
ele ganhasse”, revelou o coordenador.
“Obama fala em derrubar
muros e se interligar. O mundo
vai ser melhor por causa dele. Por
isso o apoiamos. Não estamos
colocando ele em um pedestal,
mas Obama é uma inspiração.”
“Eu acredito que ele vai ganhar,
sim. Só de ter um negro
presidente é um avanço muito
grande. O Obama é um exemplo
para que futuramente tenha um
aqui também”, contou uma das
integrantes do grupo, Layla Marizandra.
Para ela, é importante
chamar a atenção do Brasil para
dar espaço aos líderes negros.
“Assim como ocorre lá, a gente
pode conseguir ter um presidente
negro. Mas deve demorar
um pouquinho mais”. Depois
das eleições o nome “Obama
Brasileiro” não vai mudar. E
mesmo que Obama não ganhe
hoje, o grupo vai continuar.
“Obama quer dizer abençoado,
por isso adotamos esse significado
para nós. Somos brasileiros
abençoados”, explicou Ivan.
Peterson Mendes está com o
grupo desde o início e fabrica
camisetas. “Obama é um representante
da minoria. A gente se
identificou com a origem do cara,
com o trabalho que ele desenvolve.
Só por ter chegado
aonde chegou, é uma vitória”,
afirmou. Para Mendes, a eleição
de Barack Obama deve servir de
exemplo. “A gente espera que
essa mudança seja refletida aqui
no Brasil também.”

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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

JORNAL CORREIO BRAZILIENSE - EM BUSCA DO NOSSO OBAMA


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